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Como denunciar violência doméstica em Brumado: saiba onde buscar ajuda

Entenda quando ligar para o 190, como utilizar o Ligue 180 e onde registrar uma ocorrência de violência contra a mulher.

Como denunciar violência doméstica em Brumado: saiba onde buscar ajuda

Se você sofre violência doméstica ou conhece uma mulher nessa situação em Brumado, pode buscar ajuda por diferentes canais. Quando a agressão está acontecendo ou existe risco imediato, o telefone indicado é o 190, da Polícia Militar. Para receber orientação e encaminhar uma denúncia, existe o Ligue 180, gratuito e disponível todos os dias, durante 24 horas. Central de Atendimento à Mulher

Quando chamar a polícia?

O 190 deve ser acionado nas situações que exigem intervenção policial imediata. A própria mulher ou outra pessoa que presencie a violência pode telefonar.

Ao pedir socorro, informe o endereço e explique o que está acontecendo. Se souber, mencione a presença de armas, crianças ou outras pessoas em perigo. Essas informações ajudam a identificar a situação e o local do atendimento. tjba.jus.br

Como funciona o Ligue 180?

O Ligue 180 recebe relatos de violência contra mulheres, encaminha denúncias aos órgãos responsáveis e informa quais serviços de atendimento podem ser procurados. O funcionamento inclui sábados, domingos e feriados.

Você também pode ligar para descobrir os contatos e a localização dos serviços mais próximos de Brumado. O atendimento oferece informações sobre direitos e caminhos para buscar proteção. Entretanto, em uma emergência, o número a acionar é o 190. Central de Atendimento à Mulher

Familiares, vizinhos, amigos e colegas de trabalho também podem denunciar pelo 180. É possível fazer o relato sem identificação. A mulher não precisa apresentar marcas no corpo, testemunhas ou fotografias para buscar ajuda. Agência Gov

Quais informações apresentar?

Descreva o ocorrido com os detalhes que souber: endereço, data, identificação ou características das pessoas envolvidas e existência de episódios anteriores. Informe também se já houver medida protetiva.

Mensagens de ameaça, áudios, fotografias e nomes de testemunhas podem contribuir para a apuração. Se possuir esses registros, informe sua existência durante o atendimento.

O guia oficial do Ligue 180 orienta escolher um momento e um aparelho seguros para entrar em contato, especialmente quando a mulher ainda convive com o agressor. gov.br

Onde registrar a ocorrência?

Na Bahia, a mulher pode registrar a ocorrência em uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher ou em qualquer Delegacia Territorial. Portanto, o atendimento não depende exclusivamente da existência de uma unidade especializada no município.

Durante o registro, é possível solicitar uma medida protetiva de urgência. Relate as ameaças e explique os riscos existentes, inclusive quando envolverem filhos ou outros dependentes. tjba.jus.br

É preciso ter boletim para pedir proteção?

A legislação estabelece que a concessão de medidas protetivas independe do registro de boletim de ocorrência, da existência de inquérito policial ou de ação judicial. A avaliação considera a situação de risco relatada.

Entre as medidas previstas estão o afastamento do agressor do lar e a proibição de aproximação ou contato com a mulher. A decisão depende da análise do caso. www2.camara.leg.br

A violência precisa ser física?

Não. Ameaças, humilhações, violência sexual, destruição de documentos e retenção de recursos financeiros também podem integrar situações de violência doméstica. Você pode procurar orientação mesmo sem lesões aparentes ou sem saber como classificar o ocorrido. Portal CNJ

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